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No Baile da Vogue 2026, a moda não apenas desfila — ela reina.
29 de março de 2025

Bolsas icônicas: os clássicos que nunca saem de cena

Algumas bolsas transcendem tendências e se tornam verdadeiros ícones de estilo. Atemporais, sofisticadas e cheias de história, elas elevam qualquer look e continuam a conquistar gerações. Confira cinco modelos que representam o luxo em sua melhor forma.

Louis Vuitton Capucines

Minimalista e sofisticada, a Capucines é a definição do luxo discreto. Feita em couro de altíssima qualidade e com acabamento impecável, é perfeita para quem busca elegância sem abrir mão da modernidade. Atemporal e nada óbvia, ela complementa o visual com requinte na medida certa.

Gucci Jackie

Criada nos anos 50 e eternizada por Jackie Kennedy, essa bolsa traduz o conceito do “chique sem esforço”. Seu shape curvado e a icônica fivela conferem um toque vintage irresistível, provando que o estilo clássico pode ser sempre atual.

Hermès Birkin

Mais do que uma bolsa, um verdadeiro patrimônio. Feita à mão e com lista de espera quilométrica, a Birkin é o auge do status e exclusividade. Seu valor só cresce com o tempo, tornando-a um investimento de luxo tão desejado quanto atemporal.

Fendi Baguette

Ícone absoluto dos anos 90, a Fendi Baguette conquistou seu lugar definitivo na moda. Compacta e sofisticada, ela adiciona um toque cool e elegante ao look, sendo perfeita para quem busca um acessório versátil e marcante.

Dior Lady Dior

Criada em 1994, a bolsa ganhou fama mundial após ser presenteada à Princesa Diana no ano seguinte. Com estrutura impecável, alças curtas e o emblemático acabamento em cannage, a Lady Dior se tornou sinônimo de sofisticação e elegância atemporal.

23 de março de 2025

TEXTURAS & CORES – HITS DA TEMPORADA WINTER 25/26

A temporada de desfiles Winter 25/26 foi um manifesto de otimismo em meio às incertezas do presente. Mais do que nunca, a moda reafirma seu papel essencial: ser um refúgio para a criatividade, uma ferramenta de autoexpressão e uma fonte inesgotável de beleza. Em Milão e Paris, as grandes maisons deram o tom da estação, equilibrando sofisticação, modernidade e um toque nostálgico. Se há uma lição a tirar dos desfiles, é que a moda para o inverno 25/26 está longe da sobriedade previsível—ela é ousada, vibrante e essencialmente luxuosa.

50 Tons de Cinza

O corp-core dominou as passarelas e trouxe consigo um verdadeiro renascimento do terno cinza, com o blazer como protagonista absoluto. A peça—um clássico atemporal—ganhou novas proporções e cortes precisos, evocando a sofisticação minimalista que Giorgio Armani consagrou ao longo das cinco décadas de sua marca. O cinza, versátil e ultrachique, prova que o poder do tailoring nunca sai de cena. Quem apostou: Victoria Beckham, Acne Studios, Stella McCartney, Givenchy, Bally, Tom Ford.

Bordô: O Novo Neutro da Estação

Se o marrom dominou as temporadas passadas e o preto é um eterno essencial, o bordô surge como o tom coringa inesperado do inverno 25/26. A cor, que exala sofisticação e intensidade, apareceu em casacos estruturados, vestidos fluidos e até acessórios, garantindo um ar de refinamento imediato. Quente e profundo, o bordô promete ser onipresente nas araras e closets mais antenados. Quem apostou: Christopher Esber, Balmain, Tom Ford, Fendi, Undercover, Alaïa.

Brilhos Metálicos

Após temporadas mais contidas, o brilho ressurge com força total, provando que o maximalismo segue firme e forte. Os acabamentos metalizados roubaram a cena, especialmente no prateado espelhado, mas também em versões vibrantes e douradas. Vestidos estruturados, trench coats reluzentes e detalhes futuristas criam um efeito quase hipnótico, evocando o glamour exuberante dos anos 70 e o frescor tecnológico do futurismo contemporâneo. Quem apostou: Bally, Rabanne, Jil Sander, Dolce & Gabbana, Versace, Courrèges.

O Romance das Tramas

A renda se reafirma como um dos tecidos mais versáteis da temporada, transcendendo sua associação clássica com a sensualidade para assumir novas narrativas. Nas passarelas, apareceu em versões vitorianas, com mangas bufantes e golas altas; românticas, em vestidos fluidos e camadas etéreas; e até boho, com aplicações artesanais e transparências delicadas. Um equilíbrio perfeito entre nostalgia e modernidade, a renda prova que sua elegância atemporal nunca sai de moda. Quem apostou: Versace, Valentino, Chloé, Gucci, McQueen, Louis Vuitton.

Fernanda Torres: Uma Temporada de Moda e Elegância Cinematográfica

Minimalismo impecável 

Para a estreia mundial de Ainda Estou Aqui no Festival de Veneza, Fernanda Torres escolheu um vestido minimalista assinado por Alexandre Herchcovitch. A peça, de corte reto e sem excessos, traduziu com perfeição a elegância discreta que guiou sua temporada de premiações. O visual não só valorizou sua presença, como também respeitou a essência da personagem Eunice Paiva, uma escolha que refletiu inteligência fashion e respeito narrativo.

Dior fenômeno

No Governors Awards, um dos eventos mais importantes da indústria cinematográfica, Fernanda Torres roubou a cena com um vestido Dior criado especialmente para ela por Maria Grazia Chiuri. O visual, combinado com joias esculturais do designer brasileiro Fernando Jorge, resultou na foto que viralizou instantaneamente. A imagem percorreu o mundo e consolidou Fernanda como um dos grandes nomes da temporada – provando que moda é tão narrativa quanto cinema.

Luxo silencioso

Durante uma das passagens europeias de divulgação do filme, Fernanda apostou em um look monocromático preto da estilista Phoebe Philo, conhecida por suas criações que definem o quiet luxury. A escolha reforçou a estética de elegância atemporal da atriz, mostrando que sofisticação não precisa de exageros. O caimento impecável e a discrição refinada tornaram esse um dos looks mais memoráveis da temporada.

Chanel, da passarela ao cinema

A relação de Fernanda com a Chanel atravessou diferentes momentos da temporada de premiações. Em Roma, ela apostou em um conjunto branco de alta-costura para um evento do filme, enquanto no Festival de Palm Springs apareceu ao lado de Walter Salles em um look refinado da maison francesa. Mas foi no evento pré-Oscar que a parceria atingiu seu ápice: ao chegar vestindo Chanel, Fernanda foi recebida com aplausos e gritos de “o Brasil entrou na sala”, um verdadeiro fashion moment para a história.

Noite dourada

Na noite em que saiu premiada como Melhor Atriz no Globo de Ouro, Fernanda brilhou em um vestido preto assinado por Olivier Theyskens. A peça, de silhueta marcante e caimento impecável, reforçou a dramaticidade e a sofisticação de sua presença no evento. O look provou que a moda pode ser tão expressiva quanto a performance de um artista – e que um vestido preto nunca é apenas um vestido preto.

Grand finale 

Para a noite do Oscar, Fernanda Torres escolheu um vestido Chanel para um final épico. A peça, repleta de plumas, bordados, transparências e brilhos, foi vista pela primeira vez por ela na primeira fila do desfile da maison em Paris, no final de janeiro. Encantada à primeira vista, a atriz sabia que aquele seria o look ideal para encerrar sua jornada fashion com chave de ouro – e assim o fez, com maestria.

1 de março de 2025

Gilberto Gil: Renner lança coleção em homenagem à lenda da música

 

Coleção Gilberto Gil 

A Renner lançou uma coleção especial para celebrar a carreira e a influência de Gilberto Gil, um dos maiores nomes da música brasileira. A linha de roupas traduz seu estilo, sua arte e sua personalidade, conectando moda e cultura de maneira autêntica. A iniciativa chega em um momento simbólico, já que Gil se despede dos palcos, mas mantém sua influência viva através da música, da moda e da memória afetiva de seus fãs.

Brasilidade de Gil

Com uma trajetória marcada pelo tropicalismo, reggae e influências afro-brasileiras, Gil sempre usou sua arte para expressar a riqueza cultural do Brasil. A coleção busca refletir essa essência, trazendo peças que traduzem a energia vibrante do cantor. Estampas icônicas, cores marcantes e referências simbólicas fazem com que cada item da coleção carregue um pouco da trajetória e do espírito inovador do artista.

Moda & História

Cada peça da coleção possui uma ligação especial com a história de Gil. As camisetas estampam trechos manuscritos de suas músicas e fotos inéditas do cantor ao longo das décadas. Uma das grandes homenagens da linha é a presença de referências ao bloco Filhos de Gandhy, do qual Gil faz parte há mais de 50 anos, um símbolo de sua conexão com a cultura afro-brasileira e com o candomblé.

Significado 

Mais do que estilo, a coleção aposta em elementos que possuem um significado profundo. A paleta azul e branca faz referência direta ao afoxé Filhos de Gandhy, reforçando a identidade afro-brasileira e espiritual de Gil. Os tecidos, como algodão e linho, garantem conforto e durabilidade, tornando as peças ideais para o dia a dia e mantendo um toque sofisticado e natural.

‘A Paz’ e ‘Palco’ 

A coleção se divide em duas narrativas visuais que representam diferentes facetas do artista. A linha “A Paz” traz peças minimalistas, predominantemente brancas, que refletem o lado mais introspectivo e espiritual de Gil. Já a linha “Palco” aposta em cores vibrantes e elementos de brilho, remetendo à energia contagiante das apresentações ao vivo, à luz dos refletores e ao magnetismo do cantor nos palcos.

Fãs fashionistas 

Gilberto Gil é um artista atemporal, que atravessa gerações com sua música e sua mensagem de liberdade, amor e resistência. A coleção foi pensada para atingir um público diverso, desde os fãs que acompanharam sua trajetória desde os anos 1960 até os mais jovens, que estão descobrindo sua obra agora. Mais do que uma coleção de moda, essa linha representa um encontro entre passado, presente e futuro, reafirmando o poder de Gil na cultura brasileira.