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O Boticário inclui novos itens na Beauty Week e descontos chegam até 60%
26 de dezembro de 2020

Tramas e pontos que atravessam gerações: Povoado ribeirinho Entremontes, do Sertão alagoano, mantém viva a tradição dos bordados. Um panorama sobre o legado histórico e artístico dos trabalhos manuais que estão sendo transmitidos para a nova safra de entremontenses.

Produção Wilson Smith e Janny Araújo

O povoado Entremontes fica localizado às margens do rio São Francisco, voltado para a direção oeste do centro histórico no município de Piranhas em Alagoas. A região possui 600 habitantes (eleitores registrados), mas a população total gira em torno de mil pessoas e tem como maiores atividades trabalhos manuais, a pesca e a agricultura de subsistência. O ar bucólico do povoado, cercado pela natureza quase intocada é o berço onde grande porção dos ribeirinhos tem as mãos como ferramentas para confeccionarem os tradicionais bordados alagoanos, que são patrimônios imateriais do Estado.

O povoamento de Entremontes faz jus ao nome, de longe pode ser avistado entre montes à beira do rio São Francisco. Os casarões antigos e coloridos, sempre tem moradores sentados à porta realizando o ofício artesanal, mantendo as tradições que são passadas entre gerações, confeccionando uma das mais belas rendas do interior de Alagoas, o redendê e boa-noite. O Blog do Wil foi em busca para conhecer mais sobre esse trabalho delicado, minucioso e único que nasce pelas mãos de bisavós às netas entremontenses, uma troca de saber ancestral muito latente.

Uma porção das bordadeiras participam de uma associação de rendeiras e as criações feitas em Entremontes atualmente são exportadas para outros países. Nas próprias casas a sala principal é transformada em loja e os visitantes podem conhecer a diversidade das costuras, além de ver de perto como são fabricadas as confecções.

Embora seja um lugar pequeno, há muitas histórias que atraem turistas de diversas regiões. Entre as narrativas que são reverberadas pelos moradores, os destaques são a passagem de D. Pedro II e o fato da região compor a rota turística do Cangaço, espaços que Lampião e seu bando transitaram, que compreende também os municípios de Poço Redondo (SE), Canindé do São Francisco (SE) e Delmiro Gouveia (AL).

A cidade resguarda fatos históricos e que os moradores se orgulham em contar para quem chega, como a passagem do Imperador D. Pedro II, que foi à Província de Alagoas para conhecer a cachoeira de Paulo Afonso,  “Ao passar pelas redondezas a bordo de um vapor teria perguntado, que lugar era aquele que ficava entre os montes. A partir da pergunta do Imperador, nossa vila passou a se chamar Entremontes”, conta dona Lourdes – cidadã ilustre –  enquanto separa as linhas para a tarde de bordados. Em uma caminhada já nos deparamos com outros acréscimos nos relatos dos moradores, mas para além das conversas, a arte manual é sempre o que emoldura as histórias.

Vale visitar o vilarejo típico do Baixo São Francisco, a cada encontro com os moradores mais se tem contato com a essência de um povo talentoso e que consegue fazer trabalhos manuais de extrema delicadeza. Cangaço, Lampião, D. Pedro II, bordadeiras e pescadores formam um compilado criativo de histórias e experiências estéticas.

A maior porção da população adulta tem um nível de escolaridade que vai até o ensino fundamental I completo (até o quinto ano), o índice de analfabetismo chega aos 35%. Já os mais jovens estão vivendo um momento de maiores oportunidades e inseridos na escola já na primeira infância. Uma população forte, que resiste e segue em constante processo criativo. Há ainda algumas ações de entidades, institutos e ONGs não governamentais em geral, como: ArtSol e IPTI (Instituto de Pesquisas em Tecnologia e Inovação) voltadas para o artesanato que estão encorpando esse movimento artístico e trazendo o olhar da valorização para os criadores locais. O PAB (Programa do Artesanato Brasileiro do Sebrae).

No entanto, essas ações são sempre focadas na associação ou na cooperativa local, o que nem sempre atinge todo grupo de bordadeiras do povoado, contemplando somente as artesãs associadas, que não representam um terço da população de mulheres que lidam com esse ofício. A atual gestão do Governo de Alagoas tem trabalhado com o programa Alagoas Feito à Mão que está começando a reverberar no povoado.

Sobre a união com a nova geração de criadores

Alagoas é uma terra fértil para mentes criativas, e nessa nova safra de talentos o jovem estilista Antonio Castro vem se destacando pela expertise em dar ar contemporâneo ao artesanato. O interesse por moda chegou cedo para Antonio, por volta dos 15 anos ele já desenvolvia um projeto independente em conjunto com amigos para expressar suas ideias dentro desse cenário criativo.

Sempre aplicado em todas as suas atividades, não demorou muito para enxergar nessas ações um caminho para seu desenvolvimento profissional. Ainda em Maceió fez alguns cursos na área, e em 2014 foi para São Paulo cursar Design de Moda pelo Centro Universitário Senac, atualmente está fazendo pós-graduação em Empreendedorismo e Gestão pela PUC Paraná.

Entre suas experiências profissionais estão o estágio no ateliê da Fernanda Yamamoto, que aconteceu durante a finalização da coleção Histórias Rendadas, desenvolvida junto às artesãs rendeiras da técnica de renda renascença do cariri paraibano, essa vivência só o conectou ainda mais com o processo do fazer manual e também deu uma visão mais ampla do processo de construção de uma coleção e desfile dentro de uma marca de peso.

A produção manual sempre foi muito presente nos trabalhos que levam sua assinatura: “Logo após a graduação (2018), entendi que minha prioridade não era mais a moda e sim o artesanato, independente da mídia ou do veículo pelo qual ele se manifestasse”, reforçou para o Suplemento. Antonio trabalhou com Zizi Carderari no Estúdio Avelós, marca de produtos têxteis feitos em tear manual para casa, e no Projeto Sertões, onde permaneceu até o final de 2019.

Atualmente, aos 25 anos, dedica-se ao cargo de designer de produto na ONG ArteSol, atuando no desenvolvimento de peças de decoração e uso pessoal junto a grupos de artesãos tradicionais em diversas partes do Brasil. E seu mais recente projeto é a marca autoral Foz, um trabalho sensível em cada detalhe e que revela no processo a verdadeira essência da produção artesanal, as peças são produzidas pelas mãos de moradores entremontenses.

A marca Foz nasce como uma manifestação do que o jovem acredita ser relevante para a produção de moda no Brasil contemporâneo, aliada ao coletivo, desenvolvida por muitas mãos e mentes que pensam e constroem uma narrativa popular, local e mestiça. É a consumação de duas paixões que até então conviviam em paralelo para o designer, a moda e o artesanato, que agora finalmente se encontram e misturam, criando possibilidades híbridas. O projeto surge como uma possibilidade de conectar diferentes gerações e amplificar o trabalho das artesãs, bem como trazer recursos para manutenção desses ofícios através de outras possibilidades de produtos. E esse olhar moderno, acaba impulsionando outros jovens da cidade e assim aquecendo toda rede. Mantendo a transmissão dos conhecimentos sempre acesa.

A marca é uma ideia que vem em formação dentro de Castro desde seu primeiro contato com o povoado de Entremontes. Ainda lá em 2016, numa pesquisa de possibilidades do que poderia trabalhar no TCC, ele entendeu que esse poderia ser um projeto construído por muitas mãos e que falasse do potencial têxtil que Alagoas guarda trazendo isso para um contexto de moda. Na época esteve no povoado apenas como turista, para conhecer o ofício dessas mulheres que mantêm viva a técnica do redendê na margem do Rio São Francisco, foi o primeiro contato que teve com esse trabalho que posteriormente se tornou parte da sua coleção de graduação, acompanhado de outras parcerias com grupos produtivos alagoanos também localizados na região ribeirinha. “Foz na verdade é apenas o entendimento desse processo que levou algum tempo para amadurecer e a externalização de uma relação de amizade que se enraizou com as artesãs entremontenses, em especial com Dona Lourdes, que lidera o grupo de bordadeiras envolvidas na nossa ação. Vejo esse projeto como um tributo ao vínculo que criamos ao longo dos anos, o que acredito ser também a essência de todo trabalho feito ao lado de artesãos, que para ser genuíno requer afeto.” nos conta Antonio.

A marca tem diferenciais que têm trazido bons frutos para população, e o desenvolvimento das ações está sendo pautado por entender a possibilidade do artesanato têxtil brasileiro como matéria prima para a criação do vestuário e que a questão é ainda um processo que engatinha no fazer de moda do Brasil. Atualmente é impossível pensar em uma iniciativa comercial que não esteja alinhada aos pilares sustentáveis e aos ideais de mercado justo. A nova geração vem de um contexto onde essas são questões já intrínsecas ao trabalho, especialmente em iniciativas que envolvem a mão de obra artesã, sem perder o foco no objetivo de trabalhar de forma justa, respeitando os limites de cada profissional envolvido na cadeia e se mantendo atentos aos impactos que causamos no nosso entorno.

Enquanto produto, a Foz surge de uma peça específica, a bolsa Lourdes. Feita em compensado flexível de madeira que emoldura a peça de bordado boa-noite sobre tecido de seda feito em tear manual, foi a peça de cunho mais comercial da coleção e que acabou ganhando 2º lugar no Prêmio do Objeto Brasileiro promovido pelo Museu A Casa. A bolsa Lourdes volta em nova versão na primeira coleção da Foz, agora confeccionada em couro caprino de tratamento natural (livre de metais pesados) e 100% costurada à mão, através da técnica de selaria artesanal, além de claro, emoldurar o bordado boa-noite agora feito em linho e tingido nas cores da caatinga.

Junto do acessório, a primeira produção conta com um modelo de camisa e camisa-vestido, ambos feitos em linho com algodão e tingidos numa cartela de cores extraídas de cascas das árvores caatingueiras, além da estampa exclusiva assinada pela artista alagoana Juline Lobão, inspirada nas formas geométricas que se cruzam entre arquitetura e bordado. Em todo processo manual um grupo de artesãos trabalham e constroem coletivamente peças que são carregadas de saber popular, em uma leitura moderna que pode ser absorvida em grandes centros urbanos dentro e fora do país, gerando oportunidades de emprego, continuidade do legado manual e atraindo novos jovens para agregar à essa rede.

A moda e o design sempre vieram de um lugar de exaltação à genialidade do criador, o que na maioria das vezes implica num produto difícil ou excludente. Aos poucos percebemos a evolução desse pensamento para um lugar mais coletivo e consciente que entenda o uso dessas ferramentas como geradoras de impacto econômico e social. Isso se volta à inspiração do que é ser popular, é poder ser compreendido e usado. Esse pode ser também um dos fatores pelo qual não tenho interesse instantâneo em trabalhar com diversos grupos Brasil afora, talvez seja pensar um pouco em micro política e no impacto que essas iniciativas podem causar a longo prazo. Desenvolver um trabalho perene com um grupo específico num produto possível faz a roda girar e mantém essa pequena cadeia em movimento, com os artesãos recebendo encomendas e essa arte sendo propagada.

Sobre as inspirações, Antonio expõe: “Acho que sou muito curioso sobre tudo, e realmente acredito que criatividade nada mais é do que disciplina e repertório, então sempre tento me manter poroso, especialmente a estímulos visuais que possam vir de qualquer parte. O que mais me fascina são as manifestações populares, não só falando em folclore, mas de qualquer vertente ou segmento, sou adepto da beleza ordinária, interiorana, escondida nas brechas e cantos, gosto do que é natural, simples, sem esforço, que não foi muito pensado mas existe porque é inerente à vida daquele lugar. O trabalho das bordadeiras entremontenses merecem posição de destaque e todo protagonismo, poder ser condutor dessa rede, disseminar para outros jovens é perpetuar histórias, é espalhar pelo mundo não roupas, mas obras de arte que vestem o corpo e a alma”, conclui emocionado por saber que compõe essa trama cheia de história.

Nesse sentido, é interessante trazer a luz sobre essa percepção sistêmica da técnica artesanal como metástase, que não reconhece fronteiras e territorialidade. O bordado boa-noite não existe só na Ilha do Ferro e o redendê não só em Entremontes. Essas técnicas são mistas, miscigenadas, viajaram milhares de quilômetros até chegarem aqui e continuam viajando pelos caminhos do Sertão através das mãos das mulheres que as realizam. O trabalho é entender essa coexistência de tipologias e a possibilidade de criar novos diálogos a partir da hibridização delas, chegar a novos lugares e composições usando o conhecimento que essas artesãs detém e que é tão rico, e que deve ser perpetuado pelas novas gerações.

18 de dezembro de 2020

Natal do Boticário tem mais de 80 opções para presentear

Adorei participar do Amigo Secreto do Boticário! Foi uma ação incrível para nos alegrar nesse ano tão atípico, demonstrações de carinho e afeto nunca se mostraram tão necessárias. E por isso que venho aqui dividir com vocês para contribuir com toda essa onda de amor que o Boticário desenvolveu sugestões de kits para presentear quem, apesar das circunstâncias, foi tão importante e se fez tão especial em 2020. Afinal, presentear é uma forma de agradecer e estar próximo.

São mais de 80 opções, sendo 33 delas exclusivas para o Natal. Tem sugestões para todos os perfis: parceiros, familiares, amigos, e, por que não, um presente para si mesmo. Os presentes cabem em todos os bolsos, com kits a partir de R$19,90. O Natal de 2020 do Boticário vai da lembrancinha, com kits encantadores como o Sabonete em Barra com fragrância exclusiva para a data, ao presentão, com os clássicos da marca em versões miniaturas e combos com os itens de maior sucesso entre os brasileiros.

As embalagens compõem o presentear, carregadas de atributos sustentáveis, o que contempla também o meio ambiente. Todas são feitas em cartão reciclado, reforçando o compromisso da marca com a sustentabilidade, trazem uma gravura especial, com grafismos impressos e tag para deixar o momento ainda mais extraordinário.

Além de demonstrar todo seu carinho com amigos e familiares, a compra de kits contribui com o futuro de jovens de comunidades carentes. Por meio do Instituto Grupo Boticário, em parceria com a ONG Recriando Raízes, o projeto Jovens em Transformação – que até o final do projeto atenderá quase cinco mil jovens de 16 a 29 anos, do Rio de Janeiro e São Paulo -, receberá cursos de capacitação em diferentes áreas, como saúde, beleza e tecnologia.

Serviço:

Os itens podem ser adquiridos sem sair de casa e com toda segurança em quatro diferentes canais: no site www.boticario.com.br, no app disponível para versões Android e iOs, por meio de um revendedor, ou ainda pelo WhatsApp, no número 0800 744 0010 – número real e seguro –. Confira as regras de atendimento e consulte a disponibilidade na sua cidade ou região no site da marca. Nas lojas físicas, o cliente é recebido com todos os protocolos de segurança.

13 de dezembro de 2020

COLUNA #113 LIFE STYLE – JORNAL TRIBUNA INDEPENDENTE

Conforto, praticidade e versatilidade são pilares que sustentam as tendências da nossa atual realidade. Para esse Natal 2020, totalmente atípico mediante o cenário pandêmico, aliar peças confortáveis e estilosas é o que há de mais cool! O Natal sempre será uma data marcante, e mesmo que seja entre familiares, a noite pede um styling especial. Lembrando que nada é regra, seguem sugestões simples para inspirar na produção do seu look natalino!

Revisite seu acervo!

Com toda instabilidade econômica que estamos vivendo, conter gastos fará parte da realidade de muitos, mas também é o momento de soltar a criatividade na montagem do look. Abra seu guarda-roupa e veja tudo que você tem. Aproveite esse momento para fazer uma avalição das suas peças e aquelas que não estiverem mais sendo usadas, faça doações e permita que a energia circule. Você pode resgatar peças que já usou, fazendo novas interpretações delas. Repetir roupa é chic e sustentável!

Vermelho X Verde

Historicamente a cor do Natal, sem dúvidas, é o vermelho. Por essa razão, muitas pessoas não abrem mão de vestir uma peça nesse tom. É uma cor super marcante e que vem carregada de simbolismo. Não gosta de vermelho, mas quer manter o clima da tradição? O verde é uma ótima opção, nas mais diferentes variações de tonalidades compõe muito bem com essa atmosfera natalina.

Compre por delivery

Evite aglomerações em grandes centros de compras. Recorra ao delivery de moda que vem sendo destaque em tempos de pandemia. O serviço especializado, personalizado e que visa facilitar o cotidiano das pessoas, chama atenção por trazer mais segurança nas compras durante a pandemia. E se possível, escolha e apoie pequenos empreendedores. Sua compra pode impulsionar sonhos!

Abuse dos acessórios

Os acessórios são itens indispensáveis no guarda-roupa porque tem o poder de transformar completamente até mesmo o look mais básico. Com os acessórios bem selecionados, você consegue deixar seu visual sempre atualizado e demonstra para o mundo toda a sua ousadia e criatividade. Eles são os melhores amigos da sua imagem pessoal, pois conseguem transmitir os traços mais sutis da sua personalidade. Minimalistas ou marcantes, escolha os que mais combinam com sua identidade!

8 de dezembro de 2020

COLUNA #112 LIFE STYLE – JORNAL TRIBUNA INDEPENDENTE

FAMÍLIA GIL

Para este Natal, a Hering decidiu celebrar a pluralidade das cores e seus diversos significados, além de reunir um time de peso para representar a importância das diversas tonalidades: a Família Gil, que por meio da arte representa a união e o amor incondicional presente em lares do Brasil afora estrelou o ensaio. A coleção vem repleta de espiritualidade e de esperança, a nova campanha da marca se inspira na simbologia, que ganha ainda mais significado na virada do ano com desejos para o futuro. Além do tradicional branco, que representa paz e tranquilidade, a cor amarela pode ser usada por quem deseja prosperidade, o verde, harmonia, e o rosa, afeição, por exemplo. Uma marca que realmente veste toda a família!

ARTE AMPLIFICADA

Para a coleção outono 2021, o diretor criativo Kim Jones escolheu colaborar com o artista e pintor norte-americano Kenny Scharf, dando continuação a seus diálogos criativos e inspiradores com personalidades pioneiras do mundo da arte contemporânea. A coleção masculina da Dior para o Outono 2021 será revelada no dia 8 de dezembro, no site oficial da marca, diretamente de um evento exclusivo que acontecerá em Pequim, na China, e que vai agitar o cenário fashion.

ELOS DO BEM!

O designer de joias Antonio Bernardo e sua equipe criaram uma joia cheia de significado para unir todos nesse momento pandêmico que o mundo vive. Foi desenvolvido um anel cujo nome é ‘Corrente do Bem’, ele é de ouro e formado por uma corrente, tem uma forma maleável e um brilho sutil que causa um encantamento. “Correntes transmitem energia e elas fluem sem obstruções. Queremos conduzir e transmitir essa energia do bem”, reforça a marca. E 100% do lucro da venda será revertida para causas sociais. No Rio de Janeiro, a renda vai ser destinada para o Instituto Dara, com o qual a joalheria já desenvolve uma parceria, outros estados também serão contemplados. A “Corrente do Bem”, pode ser comprada a partir do dia 7 de dezembro nas lojas físicas da marca ou pelo site www.antoniobernardo.com.br.

INFLUENCIADORA & INSPIRAÇÃO

A DJ e influenciadora digital sul-coreana Peggy Gou, de 29 anos, é a cara da nova campanha de sapatos femininos da Louis Vuitton. Gravada pelas ruas de Berlim, na Alemanha, a ideia da nova coleção é mostrar o dia a dia da DJ de música eletrônica, que é uma consumidora assídua da marca francesa. Com inspiração em um guarda-roupa constantemente reinterpretado, o diretor artístico francês Nicolas Ghesquière, que está à frente da parte feminina da Louis Vuitton desde 2013, cria emblemáticos estilos no padrão jacquard “Since 1854”, revisitando modelos antigos da label. A coleção está repleta de peças desejo!

4 de dezembro de 2020

REPRESENTATIVIDADE IMPORTA! Companha de Natal do Boticário traz enredo com protagonismo preto

Se ver representado (bem representado) na mídia e no entretenimento é empoderador, pois traz ênfase para a nossa existência, amplia nossas noções do que podemos ser e fazer, e desafia aquela implicação latente de que temos menos importância. Sim, o povo preto pode estar em qualquer lugar. A representatividade na mídia é mais um meio de dar espaço e voz para os grupos que não conseguem se fazer ouvir na vida real, ou mesmo que são fortemente incompreendidas e hostilizadas. A mídia é um ambiente que devemos ocupar, para que nossas vozes alcancem “a maioria” e possamos evoluir enquanto sociedade.

Hoje compartilho com vocês a campanha do Boticário, que lança olhos sobre o protagonismo preto, que essa iniciativa se perpetue cada vez mais.

Sobre o enredo: 

É década de 80. E como toda criança, o protagonista do novo filme que o Boticário apresentou, dia 20 – Dia da Consciência Negra –, também adora o Natal. Observador, o menino registra na memória as diversas imagens temáticas, incluindo os festejos em sua própria casa, e todas remetem a um mesmo padrão estético para o Papai Noel. “Com tanto Papai Noel no mundo, por que nenhum era como eu?”, questiona o garoto. Corta para 2020 e tudo o que ele desejou e acreditou ser possível lá atrás fez a diferença. Agora, ele é não apenas o protagonista do comercial, mas desta festa que compartilha e comemora o amor entre as pessoas: um Papai Noel negro.

O Boticário é uma marca que consumo e que tenho muitas memórias afetivas ligadas aos seus produtos/experiências. Mas, sem dúvidas essa me marcou muito. O comercial traz a história que compõe uma série de iniciativas preparadas pelo Boticário para celebrar o Natal de 2020.

Em uma sociedade tão desigual e excludente como a que vivemos, a mídia pode ser o maior veículo de aproximação de grupos diferentes entre si. Nesse sentido, a representatividade no cinema e na televisão exercita a nossa empatia ao fazer com que nos coloquemos no lugar de pessoas que têm experiências diferentes das nossas próprias. Sim, representatividade importa!